quarta-feira, 9 de novembro de 2011

NOSSO HOTMAIL.....


daj_hmj@hotmail.com


BEIJOKSSSSS

OIEEEEEEEEEE

Nossa! Já estava com saudades...........
explicando nossa falta de comunicação e ida ao hospital municipal....
estávamos fazendo uma preparação séria para podermos atender melhor nossas crianças......
mas ainda essa semana estaremos de volta ao hospital.....
bjos queridos blogueiros de plantão......


Dr. Batata

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

ATENÇÃO BLOGUEIROS DE PLANTÃO

ATENÇÃO GALERAAAA......
.SEGUNDA-FEIRA DIA 26/09 AS 19:30 HRS NO AUDITÓRIO DA CASA DA CULTURA
HAVERÁ A PRIMEIRA REUNIÃO DOS DOUTORES DA ALEGRIA ABERTA AO PÚBLICO....
QUER PARTICIPAR DO PROJETO E FAZER A
DIFERENÇA PARA MUITAS CRIANÇAS E NA SUA VIDA?...
.INSCREVA-SE NO LOCAL.....ESTAMOS TE AGUARDANDO......

BJOS DA DR. BATATINHA E DR. FUBÁ

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Num dia desses, entramos na enfermaria que R. divide com mais cinco crianças. O menino não vê com os olhos do rosto, mas tem ao seu lado seu avô, que o ajuda a enxergar com seus próprios olhos.
Dr. Charlito foi assoprar umas bolhas que estavam no ar e não resistiu ao esforço: soltou um pum. Todos caíram na gargalhada e R. ficou muito entusiasmado. Atendendo a pedidos, resolvemos fazer um concurso de pums imediatamente.
Dr Valdisney
Senhoras e senhores, crianças e crianços, médicos, enfermeiras, auxiliares de enfermagem, meninas da limpeza, rapazes da manutenção, fisioterapeutas, nutricionistas, irmãs, padres, voluntárias! Estamos hoje aqui diretamente da enfermaria do Hospital Santa Marcelina para o 1º Concurso Mundial de Pums em Enfermaria!
Dr. Charlito
E nosso primeiro concorrente é M., que está no leito número um.
M. imita o som de um pum fazendo barulho com a boca. Plateia aplaude.
Dr. Valdisney
Segundo concorrente: G., do leito quatro!
G. solta um grande pum fazendo barulho com a boca. Plateia vibra.
R.
Eu! Eu!
Dr. Charlito
E agora, senhoras e senhores, nosso último concorrente! R., diretamente do leito número seis!
R.solta um pum muito alto e DE VERDADE. A plateia delira e o menino ri e grita.
Dr. Valdisney e Dr. Charlito
Senhoras e senhores, o campeão mundial de pums em enfermarias é R.!
E o garoto vibra com o avô como um grande campeão. E ele é. Eles são.
Prêmios


Prêmio USP de Direitos Humanos

Outorgado pela Comissão de Direitos Humanos da Universidade de São Paulo, tem como objetivo "identificar e distinguir pessoas e instituições que contribuam significativamente para a difusão, disseminação e divulgação dos Direitos Humanos no Brasil". Em 2005, em sua 6a edição, concedeu Menção Honrosa aos Doutores da Alegria.
 
Prêmio de Dubai

Os Doutores da Alegria concorreram ao Prêmio de Dubai e estiveram classificados entre as 40 melhores práticas sociais do MUNDO. O Prêmio é outorgado pela Divisão Habitat, da ONU e coloca os Doutores da Alegria na lista das 100 melhores práticas globais em 1998 e 2000.
 
Prêmio Criança

Prêmio concedido pela FUNDAÇÃO ABRINQ PELOS DIREITOS DA CRIANÇA em favor das iniciativas que melhoram a qualidade de vida das crianças e jovens do Brasil. O Prêmio Criança valoriza a solidariedade, a criatividade, a persistência de entidades e pessoas que, obstinadamente, mantêm acesa a chama da Defesa dos Direitos das Crianças e da transformação da realidade social da infância brasileira. Recebemos este prêmio em 1997 e no ano 2000 fomos novamente indicados.
 
VII Prêmio Bem Eficiente - 2003
 
Prêmio Camargo Correa - Profissão de Futuro: o projeto Agentes Comunitários de Intervenção Cultural, ministrado pelo Centro de Estudos Doutores da Alegria, recebeu o Prêmio Camargo Correa - Profissão do Futuro, em 2004.
 
Prêmio Farmais: o Programa de Formação para Profissionais de Saúde, ministrado pelo Centro de Estudos Doutores da Alegria, recebeu o Prêmio Farmais em 2004.
 
Prêmio Irmãos Villas-Boas: os Doutores da Alegria e o Wellington Nogueira ganharam, em 2004, o Prêmio Irmãos Villas-Boas, oferecido pela Associação dos Pioneiros, Profissionais e Incentivadores da Televisão Brasileira - PRÓ-TV. Este prêmio homenageia aqueles que trabalham em prol da elevação cultural e social do Brasil.
 
Prêmio Racine
 
Filantropia 400
 
Site Indicado Guia da Web
 
Prêmio de Direitos Humanos
 
Prêmio DHnet - Rede de Telemática Direitos Humanos & Cultura
 
Site Destaque Embratel
 
Prêmio Opinião Pública 97
 
Prêmio Sheila Cortopassi de Oliveira
 
Stockholm Partnerships Award 2002 - Prêmio Parcerias de Estocolmo, onde nosso programa foi reconhecido como um dos programas-embaixadores de práticas sociais inovadoras.
 
Prêmio Marketing Best de Responsabilidade Social 2002.
 
Prêmio PNBE de Cidadania 1999 - Categoria Entidade de Destaque.
 
A prestação de contas dos Doutores da Alegria é considerada modelo pelo MINC - Ministério da Cultura

Quentinha do Jornal Besteiral

quarta-feira, maio 18th, 2011
Segundo os bisbilhoteiros de plantão, dois novos médicos (pelo menos é dessa forma que os mesmos  se apresentaram), foram vistos no 3º andar da pediatria geral do Imip. Os apresentadores Micolino Bonder e Baju Bernadete conseguiram uma entrevista exclusiva para o Jornal  Besteiral.

JB Quem são vocês?

Doutores – Bem, para os que não nos conhecem: – Prazer em conhecê-los! Somos os besteirologistas de plantão: Dr. Micolino e Dra. Baju, e desde o dia 22 de março iniciamos nossas atividades besteirológicas aqui na pediatria geral.

JB – E o que vem a ser a Besteirologia?

Drs. – Nossa especialidade é das mais complexas que existe: somos formados e adestrados em avaliar e cuidar desde o “miolo mole”, até mesmo o “samba no pé”, passando pelo “faniquito agudo” e sem esquecer o “chulé encravado”.

JB – E de onde vocês são?

Drs. – Eu, Dr. Micolino, sou do “Oriente Médico”, ali da “Faixa de Gazes”. Sou um pouco explosivo, mas minha maior especialidade é ficar cada vez mais rico. Eu, Dra. Baju, sou da Cidade Luz, mais conhecida como “Parrir”, e minha especialidade é o estilismo.

JB E como funciona o trabalho de vocês?

Drs. – Trabalhamos duas vezes por semana, sempre às terças e quintas. Eventualmente, para não cair na rotina, mudamos para as quintas e terças. Nós visitamos todas as enfermarias da “A” a “I” e atendemos todas as crianças, em todos os quartos – não escapa nenhum, a menos que alguma não queira (o que facilita nossa vida para que possamos largar mais cedo e pegar uma praia). Começamos sempre às 10h e vamos até as 15h, parando para o almoço (nossa principal “ração de viver”) e todos os meses apresentamos um relatório mensal sobre todas as fofoc… quer dizer, sobre todas as notícias ocorridas no mês!

JB – E antes de iniciar o trabalho, existe algum ritual?

Drs. – Sempre visitamos o Posto de Enfermagem, onde procuramos saber de todas as fofocas do dia, desde a quantidade de crianças internadas até as recomendações especiais. Por exemplo, as que estão de “riso preso” e merecem uma atenção especial. Já das que estão de “riso frouxo”, nós  procuramos manter distância, pois sabemos que numa eventual crise  de riso frouxo pode se desencadear um surto de “pum frouxo”, o que junto comigo (Dr. Micolino) pode tornar a relação um tanto explosiva.

JB – E como estão se sentindo nesse início de trabalho nessa nova área de atendimento num hospital já conhecido de vocês?

Drs. – Estamos bastante felizes pela calorosa acolhida que tivemos. Eu (Dr. Micolino) estou bastante satisfeito com tantas técnicas e médicas caindo aos meus pés e tenho plena certeza de que vou ficar mais rico trabalhando nesse setor. E eu (Dra Baju) estou super expressionada com o frisson, inclusive até desencalhei e arranjei um namorado (méééédicoooo!!!!)

JB – Por fim, gostaríamos de saber qual fato relevante vocês gostariam de contar para os  nosso ouvintes sobre esse ínicio do trabalho.

Drs. – Bem, todos os dias de nosso trabalho temos fatos e fatos relevantes e empolgantes, mas para mim (Dr. Micolino) foi logo na primeira semana ter conhecido a Sami, uma paciente que nos olhava sempre meio que de banda, e sempre segurava o sorriso fazendo uma cara tipo “tô nem aí”, mas sempre nos seguia com seu olhar. Ela, de alguma forma, representa a síntese do nosso trabalho. Nós buscamos exatamente isso, um encontro com a criança, e essa criança, muitas vezes está escondida, seja embaixo da cama, debaixo dos lençóis e, às vezes, até presa num corpo de adulto disfarçado  de jaleco branco (mas fiquem tranqüilo que, nesses  casos, sabemos guardar segredo). Para mim (Dra.Baju) foi o encontro com o Gíssu. Assim que aparecemos na porta da enfermaria onde ele estava, ele disparou: “Palhaço, bigadu!” Foi incrível!
Belo furo de reportagem, senhores!


Dr. Micolino
Marcelino Dias

Dra. Baju
Juliana de Almeida